
Bom dia a todos, bom dia ao deputado general Pazuello, quem cumprimento todos os demais da mesa. Agradeço inicialmente essa oportunidade, onde podemos discutir aqui problemas brasileiros. O IPEGEEN, Instituto de Petróleo e Ganho de Energia, talvez seja o caçula de todos os organismos, os órgãos, os institutos, que visam o aperfeiçoamento da, não só da matriz energética, mas do trabalho energético de quem trabalha com energia no país. Ele visa o IPJen dar suporte às políticas públicas, aos projetos e ações, que visem principalmente, o desenvolvimento econômico social, o desenvolvimento ambiental sustentável, dos setores de combustível, energia, gás e petróleo no no Brasil. Nesse sentido, nós temos desenvolvido esse trabalho, e é trabalho que ele adotou nicho específico, Exatamente, visa coordenar os interesses dos diversos setores, energéticos do país, trazer as demandas dos setores até os centros de decisão, e dar suporte às soluções que estão sendo apresentadas, não só soluções pelo mercado, soluções pelas empresas, mas também soluções às vezes até, que nascem no ambiente acadêmico. Então aqui sentados nós temos centenas de giga, nós temos vários setores, várias visões, e o interessante é perceber que temos muito em comum, praticamente grande parte das nossas demandas são comuns. Se, até as apresentações elas apresentam dados comuns. E, o que acontece hoje, é que nós já temos no Brasil 1 matriz predominantemente limpa. E a apresentação não nos deixa alegar, que a gente vai chegar a 85 por 100, metas que talvez países aí da Europa jamais consigam atingir. Nós já estamos muito perto do ideal. O que que nos falta? E aí eu vou listar aqui apenas 4 ou 5 metas comuns, que atingem a todos. Primeiro, reduzir, em segmentos de grande consumidores, por exemplo transporte, agronegócio, mineração, indústrias, reduzir as emissões nesses segmentos. Segundo, ajustar os interesses de modelo de negócio, para atender os campos econômico social. O modelo de negócio já não, a evolução não só do país, a evolução tecnológica, a diversidade da matriz, ela exige que nós ajustemos os interesses de negócio. Alguém está sendo prejudicado às vezes por causa da legislação, às vezes por falta de coordenação principalmente. Nós temos que reduzir os subsídios, por quê? Porque isso afeta a competitividade, nós temos aumento de oferta, consequentemente é necessário ajustarse, porque senão, muita gente fica prejudicado com a oferta de subsídio. Nós temos que garantir a institucionalização dos setores, Assim, nós temos que adequar a legislação. Nós temos que simplificar e racionalizar a tributação. A reforma tributária, está fazendo parte disso, mas esse trabalho tem que ser completado, principalmente porque, nós temos que dar maior capacidade e maior, os órgãos reguladores. Os nossos órgãos reguladores precisam ter maior capacidade, maior capacidade de ação, mais agilidade nos processos de licenciamento por exemplo. Muitas das empresas, às vezes que podem gerar renda, emprego no Brasil, estão migrando por falta de agilidade nos órgãos de fiscalização. Nós temos que entender que a nossa matriz ela é, tem que ser ajustável e dinâmica. O que quer dizer isso? O deputado falou, nós temos 1 diversidade imensa. Eu já já trabalhei no Brasil inteiro, então eu tenho noção exata disso, e essa diversidade ela pode ser trazida pra matriz desde que a gente ajuste principalmente a, e racionalize né ajuste, coordena, racionalize a geração, a transmissão, a distribuição e o consumo. Hoje essa, existe 1 descoordenação entre essas fases de consumo da energia, e o consumo talvez seja ponto chave, nós temos que reduzir o preço do da energia ao consumidor. Nós temos 1 energia abundante, e preço elevadíssimo. 000 meio de campo aí está prejudicado pela falta de coordenação, e pelo ajuste principalmente do negócio, energia. E nós temos que, visto, eu eu poderia listar aqui mais umas 20 ou 30 ações, que são comuns, todos concordam, no face, inclusive dos dados demonstrados aqui. Mas nós temos então, o como fazer isso? O que todo mundo concorda, o como? O como seria primeiramente, ações do mercado ou seja o mercado tem que apresentar suas demandas, tem que chegar essas demandas tem que chegarem ao congresso, tem que chegar ao executivo de forma organizada planejada dentro do modelo de governo. E ação junto aos órgãos internacionais também, nós temos nós estamos sendo prejudicados junto aos órgãos internacionais, pela falta de comunicação adequada, as ONGs, outros interesses estão denegrindo a nossa matriz energética, estão denegrindo nossa maneira de trabalhar, temos que ter essa ação também. E por último e não menos importante, essa diversidade tem que ser coordenada. Esse é o nosso recado. Muito obrigado deputado.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.