
Obrigado deputado Tadeu, obrigado também ao deputado general Pazuello pela por nos convidar aqui pela Coalizão Energia Limpa, sou Antônio Schvita, eu sou gerente de energia da do Instituto Horayara, representando a Coalizão Energia Limpa que é grupo de entidades que se uniram no sentido de defender 1 transição energética que seja justa, inclusiva e socialmente e ambientalmente sustentável. E temos especificamente 1 questão muito peculiar que é o seguinte, nós atuamos também no sentido de, promover a questão de você ter mais energia, você ter confiabilidade dos sistemas energéticos e também os sistemas elétricos, mas com redução gradual de emissões e para isso necessariamente você vai ter que abrir mão do uso de combustíveis fortes. Pode passar o próximo por favor. E aí o que que nos preocupa tendo como ponto de vista a ao ao o mote dessa audiência pública aqui? Que é a matriz energética ideal até 2050. O que é necessário? O que queremos pra que essa matriz energética seja possível atender a todos de maneira que, ao mesmo tempo não prejudique a a questão das das condições de emissões e as mudanças climáticas que são resultado da de de maior quantidade de emissões, que é o fato de você continuar nesse processo de aumento do uso de fontes renováveis, e pra isso, na questão do consumo, é necessário que você aumente a eletrificação, tanto na questão de mobilidade, quanto na questão da indústria que você ter, mais uso intensivo de eletricidade. Falouse aqui da questão de armazenamento, de baterias, isso também é superimportante, a adoção de inovações tecnológicas, de novas formas de você produzir energia, mas sempre considerando a questão de baixo carbono e menos emissões de gás efeito estufa. E para isso você também tem que ter processo todo de modernização da nossa infraestrutura, não só da parte da transmissão, mas também da distribuição, a gente vê inclusive muitos processos danosos para os consumidores com relação a questão de mudanças climáticas ocorrendo por falta de modernização na nossa infraestrutura. E por fim, como eu já falei a iluminação gradual de combustíveis fósseis, e ao mesmo tempo você aumentar os processos de eficiência energética que isso tem que dado certo em vários países está aí deu certo e não há porque não dá certo aqui no Brasil. Próximo por favor? Mas, o que nós temos hoje? O que nos preocupa? Quando a gente vai olhar novamente essa figura do da do PDF que é o plano decino da energia, a gente vê que vão se, estudado pela empresa de pesquisa energética, você sai hoje em 2024 de patamar, de 48 por 100 de da nossa matriz energética renovável, e passa a ser 10 anos, e você chega somente a 49 por 100 de fontes renováveis sendo utilizadas. É isso que nos preocupa, porque a matriz energética que nós queremos chegar em 2050, ela tem que ter 1 composição de fontes renováveis muito maior do que simplesmente 49 por 100, você vai passar 10 anos pra crescer por 100 em termos de renoverbilidade na nossa matriz energética. Próximo, problema? 1 questão que é fundamental e que foi falado aqui de outras formas, eu trago esse quadro aqui pra mostrar, Quando vocês olham aí, por exemplo, o uso de fontes renováveis, ela cresce, em termo de capacidade instalada, ela cresce de 72 giga pra 106 giga, mas olha só o que está previsto pelo próprio plano destinado a energia da APP. Você sai de 15 giga de gás natural e chega a 32 giga de gás de utilização de térmicas naturais. Ou seja você está crescendo mais de 100 por 100 no período que você deveria estar já num processo de transição energética muito forte. No período que você deveria estar reduzindo a questão do uso de combustíveis fósseis, você chega em 2034 com 32 giga de de capacidade, mais de 100 por 100 daquilo que já é hoje. Assim como permanece o carvão lá, que já foi falado aqui na primeira exposição, falando da questão do uso do carvão, você continua sendo utilizando o carvão até 2034 e prejudicando fortemente o uso de de fontes fósseis na nossa na nossa matriz. Próximo favor? Pode passar esse gráfico aqui, esse gráfico ele mostra a questão de quantas usinas térmicas tem e a quantidade ainda, você tem 78 nesse processo que nós estamos agora de necessidade de aumento de uso de combustíveis renováveis, mas você tem 78 térmicas ainda em estudos para serem instaladas no Brasil. E, 1 questão que também foi falada aqui, com relação a questão de investimentos e que a questão de subsídios para o setor de fósseis, olha, temos exemplo aqui olha, nos últimos anos, 5 anos foram gastos 335000000000 de reais em subsídios para o setor de fósseis, E o próprio PDE, da da EP, prevê que 78 por 100 do investimento em energia nos próximos 10 anos, 78 por 100 desse total investido vai chegar a para combustíveis fósseis também. E temos 1 questão que está acontecendo nesse momento, a discussão agora que está acontecendo lá no Senado com relação à aprovação do PL 5 7 meia, que é pra regulamentar fontes eólicas offshore, mas entretanto você tem lá 1 provocação do uso de carvão EE0 uso também em em sentir por para uso de de de térmicas a gás, isso vai causar grande aumento no no valor de de emissões de gases pelo efeito de feito estufa do setor elétrico, são 250000000 de toneladas, 252000000 de toneladas, a mais na nossa atmosfera de de CO 2, sem contar o custo adicional a ser cobrado dos consumidores, próximo por favor? E aí 1 questão que se foi falado aqui por vários expositores antes de mim, falando da questão de planejamento tal, mas eu também eu chamo isso de melhora e melhora e melhor planejamento como reforma do setor elétrico. Mas é é importante reiniciar essa reforma, essa discussão que nós temos aqui seria já o início desse processo de reforma, que é aprimoramento da regulamentação, você continuar a discussão com relação a descarbonização e sustentabilidade, políticas públicas e incentivos pra transição energética, a gente não vê isso, muito pelo contrário, a gente vê a adoção de de de de legislação, incentivando o uso de combustível, a revisão de encargos subsídios que que encarece a nossa tarifa, e finalmente a questão da digitalização que tem a ver com a modernização do nosso sistema. Próximo, muito obrigado. Obrigado.
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