
Ainda mais precedido de, excelentes pessoas que conhecem bastante o setor. Pode passar o próximo slide por favor? Só pra ir. Aqui é só pra 1 apresentação rápida da da deólica. Né? Pode passar por favor isso é 1 nossa visão, aí são os nossos mais de 150 associados da cadeia toda, a deólica representa não só os geradores, mas também os fabricantes e toda a cadeia que da indústria eólica, por favor próximo. Esse também é slide que já foi bastante falado, pode passar por favor. Aí eu acho que vale a pena gastar uns 2 segundinhos, né? Só pra mostrar como é que a a capacidade instalada e olha está no Brasil inteiro. Notadamente no nordeste, né? A gente tem aqui 20 gigawatts instalado na Bahia, 13 giga no Rio Grande do Norte, quase 7 no Piauí, 5 no Ceará, tem 4 giga no no Rio Grande do Sul, Pernambuco Paraíba Maranhão e tem no Brasil inteiro Rio de Janeiro. Hoje a gente tem cerca cerca de 30 gigawatts de potência instalada de energia alcoólica no Brasil, mas já tem cerca de 20 e giga autorizados, ou seja, a expectativa é que a gente tenha em breve algo em torno de 56 gigawatts de potência instalada no Brasil é número bastante relevante dessa energia tão importante pro país. Próximo slide por favor. Aqui pouco também da indústria a gente tem praticamente 1 1 indústria que consegue produzir cerca de 5 gigawatts por ano, né? A gente tem crescido mais ou menos nesse limite. O ano passado a gente cresceu 5 4.8. Esse ano, né? Desse número que a que a Adeson demonstrou a gente dos 10 gigas a gente está dando interferência né obrigado. Desse 10 gigas que a ANEEL publicou recentemente né? A eólica talvez tenha contribuído com 3 né? Esse ano foi ano bastante difícil pra pro setor eólico, não obstante a gente tem toda a cadeia aqui no Brasil a gente tem produtos, fabricantes de aerogerador, de pás, de peças e componentes né? E são equipamentos praticamente 80 por 100 nacionalizado, gera emprego aqui dentro do Brasil. Acho que o próximo slide eu vou falar pouquinho mais disso. Se quiser me dar o passador acho que fica mais fácil pra não te perturbar né? Obrigado. Nesse slide mostra a quantidade de emprego que gera diretos ou indiretos, e mais ou menos custo do investimento em torno de 7007000 e meio por megawatts instalado. Esse é slide interessante que mostra dados de investimentos e arrendamento, ou seja, qual é o benefício que a indústria eólica deixa no país. A gente tem aqui mais de 358000 postos de trabalho gerados dessa indústria nos últimos anos, mais de 234000000000 de investimentos realizados, dado 1 externalidade positiva muito interessante que a indústria teórica traz são as regularizações de posse de terras arrendadas, porque pra haver arrendamento essas posses precisam estar regularizadas e muitas áreas não estavam regularizadas então, foi dos maiores maiores campanhas de regularização de terras do Brasil. A gente tem impacto no PIB de cerca de 700000000000 de reais, ou seja, cada real investido num num parque eólico, isso gera impacto positivo de cerca de 3000000000 no PIB. E o agendamento gera renda pras pra quem arrenda a terra claro, em torno de 200 e desculpa 26000000 mensais, é valor mais ou menos em torno de 800 reais por megawatts instalado é o que o arrendador ganha. Isso pra falar pouco da indústria, o próximo slide sou eu? Aqui eu eu não eu só vou citar a COP vocês também já estão bastante conhecedor disso, mas eu eu se eu vou citar aqui a COP de 28 em Dubai, que ela foi primeiro acordo global pra prever a redução global de utilização de combustíveis fósseis, e a implementação da transição energética, foi compromisso de quase 200 países pra triplicar a produção de renováveis no Brasil até 2030. Isso foi compromisso feito em 2023 na COP de Dubai. O ano que vem nós temos a COP aqui no Brasil, pela primeira vez. Esse aqui é mapa também fica aqui deputado, é o mapa sobre a o caminho né? Sobre as trilhas da energia renovada, né? Ou seja, a partir de 1 descarbonização, de 1 neoindustrialização, de novas tecnologias sendo inseridas no nosso mercado nacional, você tem vias diretas, vias indiretas pra atender a indústria ou até pra produção de hidrogênio, mas isso também já foi falado, eu eu vou me no próximo slide, né? Gastar aqui mais uns minutinho pra falar atender o pedido do deputado Pazuello também, que que é o que que a gente pode propor. Foi muito dito aqui e não tem como discordar né foram mostrados que o Brasil é país que tem 1 matriz extremamente diversificada, abundante. O nosso o nosso desafio diferente da das maiorias dos maiores países do mundo é administrar abundância. O detalhe que me parece que nos últimos anos a gente tem administrado mal essa abundância né? E não é por falta de tentativa, a gente observa que fontes que precisam de incentivo pra começar pra startar faz algum sentido você ter até algum subsídio mas a partir do momento que aquela fonte se torna, competitiva como é o caso da eólica, eu falo da indústria eólica, não há mais necessidade de de de subsídios. Mas parece que quanto mais a gente luta quantos subsídios mais eles aparecem. Exemplo pra gente conseguir atender 1 demanda crescente de energia pros próximos anos, como foi foi dito, infelizmente a gente não consegue mais construir as hidrelétricas que são talvez 1 das maiores riquezas que o país tem, né? E a gente não consegue mais construir com grandes reservatórios, a última usina com grande reservatório que eu conheça, nem sei eu conheço a Tucuruí, né? Que é grande reservatório, mas as outras, Belo Monte, Santo Antônio de Gira são todas a fio daga, né? Ou seja, a gente desperdiçou potencial gigantesco. Sem falar de outras de outras fontes como a Alessandra comentou também espalhadas aí pelo Brasil de pequenas centrais. A gente não consegue mais criar essa bateria, né? É claro que a expansão de solar eólico ela é celular centralizada e eólica obviamente centralizada são importantes e vão continuar porque são baratas e são importantes são limpas e geram emprego como a gente já comentou aqui. Mas pra atender 1 demanda crescente o Brasil nos últimos anos ele cresceu a taxas baixas, e quando o país cresce, certamente a demanda da energia cresce, tem políticas de trazer data centers, o hidrogênio que é 1 1 1 política teve a gente teve aprovação aqui do do do PL do hidrogênio, PL do carbono, do Paten, são excelentes marcos legais que vão incentivar a demanda por energia e cada vez mais, pra atender a nossas metas de descarbonização, cada vez mais eletrointensivas. E 1 das propostas de já estar há 4 anos em debate aqui nessa casa, é por exemplo a geração eólica offshore. A geração eólica offshore ela não tem a pretensão de substituir as hidroelétricas, mas elas podem elas podem ser comparadas no sentido de que, as eólicas offshore elas têm 1 capacidade enquanto 1 turbina offshore eólica hoje no Brasil em média é de desculpa de 4 megawatts, chegando a 7 as últimas né no máximo 7 as novas instalações, na no mar a gente está falando em turbinas que podem chegar a 20 megawatts ou seja, já tem tecnologia que são 5 vezes a gente vai usar praticamente o mesmo espaço e produzir 5 vezes mais. Além de que os ventos são mais constantes, os ventos são, mais 1 a qualidade dos ventos são melhores, e não é 1 tecnologia nova no mundo. A Dinamarca em 1990 e já tinha o primeiro parque, Reino Unido já tem parques operando e e vários lugares do mundo. E aqui no Brasil há há desejo de se começar a estudar essa fonte. Tem 1 demanda como acho que foi não sei se foi o Paulo César foi outro comentário que a gente a gente tem recursos suficiente pra atender 5 vezes a necessidade que o Brasil precisa, mas a gente talvez não seja aproveitando isso de forma adequada. Por exemplo, a gente tem 1 1 demanda lá no Ibama pra 234 gigawatts de espalhadas no nordeste, no sul e no sudeste, toda na na nossa costa. Eles estão esperando há anos começarem os estudos, eles não querem colocar parques eólicos offshore no ano que vem ou daqui a 3 anos não, eles querem começar a estudar. Tem projeto de lei em andamento aqui, começou com decreto, agora tem projeto de lei que está perfeito, perfeito no sentido que ele não vem do artigo ao artigo vigésimo, subsídio 0, e aqui parece que todo mundo concorda que tem que acabar com subsídios. E as Euricas of Chaw projeto 5 7 meia, que está em tramitação, deve ser votado no plenário hoje, né, ele não tem subsídio, mas do artigo 20 e pra trás, tem, e não são poucos. E isso parece que a gente vive numa desculpa a palavra mas 1 realidade paralela sem fim. A gente fala em descarbonizar, a gente fala em cumprir meta de de de NDCs mundiais, a cor de Paris, criase 1 lei que vai incentivar a energia limpa vai gerar emprego, e nessa mesma lei, esse mesmo país que fala que tem descarbonizar, quer, injetar gás, que é subsídio pro gás, que é ele não é, como se diz, é inaceitável na verdade, é inaceitável. Já era inaceitável esse benefício quando ele era ele estava na lei de privatização da Eletrobras, mas a lei de privatização da Eletrobras, quando estava lá, ele gerava impacto de giga de gás, 2 giga de gás, agora não, agora é 4 giga compulsório, né? E parece que a gente fecha os olhos pra isso, Enquanto isso, projeto de lei já devia estar aprovado. Investidores já estão aqui no Brasil há anos há anos estudando pra começar a ter leilão de sessão diária pra poder começar a colocar esses projetos de pé pra que pra quem sabe daqui a 10 anos, interessante isso daqui a 10 anos a gente tenha primeiro parque de geração offshore a gente começar hoje, se a lei for aprovada hoje, não, isso fica segurando. Por quê? Porque tem outros interesses que ficam segurando o andamento desse projeto tão importante. Então é muito difícil a gente viver nessa, eu não quero usar a palavra hipocrisia, mas é 1 palavra que é no mínimo difícil de entender, né? O quanto que a nossa retórica, o quanto aquilo que a gente fala pro mundo, a gente realmente está querendo fazer aqui dentro. Então, acho que a gente precisa fazer, minha sugestão, a gente precisa é ser muito mais coerente com o que a gente faz. Não não dá mais pra gente fazer discurso, né, e na prática fazer outro, e é o que a gente consegue enxergar infelizmente ao longo dos dos últimos meses aqui obrigado deputado passei pouquinho mas me perdoem.
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