
O discurso aborda a importância da política do cuidado com a pessoa idosa, destacando diálogos com diversas instituições e a necessidade de mudar o foco do modelo centrado na doença para entender as condições de vida e funcionalidade dos idosos. Há uma ênfase na capacitação de profissionais, humanização dos relacionamentos, e no cuidado com grupos vulneráveis, como aqueles em situação de rua. Também menciona a reflexão sobre o suicídio na terceira idade como um fracasso social e discute a violência contra os idosos. O interesado na educação e no convívio intergeracional, bem como na valorização das experiências e saberes dos idosos, é ressaltado, acompanhando a necessidade de incentivar políticas públicas que atendam a essa população de forma integral e respeitosa. O discurso finaliza com agradecimentos e a importância de um diálogo participativo na construção de políticas para um envelhecimento saudável e ativo.
A fala aborda a importância das políticas para pessoas idosas no Brasil, considerando o crescimento dessa população e as desigualdades enfrentadas. Destaca a necessidade de soluções adaptadas ao contexto nacional, enfatizando o protagonismo da pessoa idosa, a dignidade no envelhecimento, e a superação do etarismo. Menciona programas e iniciativas do Ministério de Direitos Humanos para promover o envelhecimento ativo e saudável, integrando a sociedade, famílias e instituições. Aponta avanços já alcançados, desafios a serem enfrentados e a importância de um enfoque que respeite as diversidades e vulnerabilidades.
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