
A Coordenadora explica que o edital precede a contratação da fundação e menciona que foi construído sem a participação das pessoas afetadas, passando a palavra para o doutor Leonardo para mais esclarecimentos.
Foi estabelecido no edital que o critério de território abrange comunidades total ou parcialmente dentro do limite de um quilômetro do Rio Paraopeba. Isso significa que algumas comunidades podem ter partes dentro e partes fora desse limite, mas são consideradas.
A Coordenadora de Relacionamento do Programa de Transferência de Renda da Fundação Getúlio Vargas abordou a inclusão de familiares de vítimas fatais no programa de segurança de renda, destacando que esses critérios foram estabelecidos para oferecer suporte devido ao respeito e solidariedade. Ela explicou os procedimentos de cadastramento, a adequação necessária para garantir os pagamentos e a comunicação ativa com os familiares, além de assegurar que ninguém teve o pagamento reduzido sem motivo. O diálogo contínuo com a Avabrum e a disposição para atender individualmente as questões foram reforçados.
A Coordenadora de Relacionamento do Programa de Transferência de Renda da Fundação Getúlio Vargas ressaltou a importância do programa de apoio às vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho, destacando a gestão e operacionalização do programa, que conta com um fundo de 4,4 bilhões de reais. Foi mencionado que 158.181 pessoas estão recebendo benefícios, com pagamentos já totalizando 913 milhões de reais. A FGV buscou incluir novos beneficiários e garantir transparência através de um portal. Além disso, foram feitas visitas técnicas para garantir a conformidade nos cadastros. A apresentação enfatizou o compromisso da FGV em atender as diretrizes do acordo entre as partes envolvidas e a importância da inclusão das comunidades afetadas.
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