
A Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos destacou a importância do dia 1º de abril como marco do golpe de 1964. Reforçou a necessidade de investigar e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura, enfatizando que a impunidade gera novas ameaças. Exigiram a abertura dos arquivos das forças armadas e pediram a transferência das ossadas do Araguaia para identificação adequada. Alertaram sobre o crescimento de ameaças neonazistas e defendem que não deve haver anistia para golpistas.
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