
Participante compartilhou sobre a postura protetora do pai, influenciada por experiências de preconceito, e a abordagem mais aberta da mãe, que valoriza a liberdade da filha, estando presente quando necessário.
Participante relata a dificuldade de ser uma mulher com deficiência na profissão, enfrentando preconceitos e desvalorização. Ela menciona experiências desafiadoras na defensoria pública, onde algumas famílias se recusaram a ser atendidas por ela. Destaca a necessidade de se posicionar e mostrar competência, enfatizando que ainda há um estigma infantilizador sobre pessoas com deficiência em profissões de status.
A Participante mencionou a dificuldade de lidar com a deficiência e a falta de acessibilidade, destacando o peso que isso representa no cotidiano.
Participante se descreve como mulher com deficiência, refletindo sobre sua jornada de aceitação da própria identidade. Menciona a dor de não se enxergar como única até encontrar referências que a ajudaram a perceber seu valor e potencial. Destaca a importância do suporte parental, ressaltando que os pais devem permitir que seus filhos vivam plenamente, evitando a superproteção. Enfatiza a unicidade de cada indivíduo, independentemente de condições raras.
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