
O representante do Instituto ClimaInfo enfatizou a eliminação gradual dos combustíveis fósseis, destacando que o Brasil já garante abastecimento até 2038 sem abrir poços na Amazônia. Defendeu que, apesar das dificuldades em setores como aviação, é necessário iniciar o processo imediatamente.
O representante do Instituto ClimaInfo destacou a contradição do Brasil em buscar liderança climática enquanto expande a exploração de petróleo e gás em áreas sensíveis, como a Amazônia. Ele mencionou a falta de consulta às comunidades afetadas e os impactos negativos das energias renováveis sobre os direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais. Além disso, mencionou a necessidade de salvaguardas para evitar violações dos direitos territoriais e os riscos da exploração de gás não convencional. Concluiu ressaltando a importância de manter a discussão sobre esses temas.
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