
CNA destacou preocupações sobre a carga tributária alta no Brasil, que chegou a 32% do PIB, refletindo não só em aumento da dívida pública, mas também em problemas na atualização da tabela progressiva do imposto de renda. Defendeu a necessidade de isenção para trabalhadores com renda até R$ 5.000 e a atualização das deduções permitidas, criticando a tributação do faturamento no setor rural em vez da renda. Enfatizou a urgência em debater a reforma tributária e a justiça fiscal. Agradeceu pela oportunidade de participar do debate.
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