
O Ministério dos Direitos Humanos destacou a importância histórica da nova presidência da Comissão de Direitos Humanos, mencionou a memória de Marsal Tupãí e criticou a perseguição a deputados. Enfatizou avanços, como a resolução do CNJ sobre mortos políticos, e a necessidade de integrar cultura e direitos humanos. Lembrou a militarização da polícia e seu impacto negativo nas periferias.
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