
A Ex-presidente - Academia Bras. de Otorrinolaringologia Pediátrica destacou a importância de discutir linhas de cuidado, especialmente em relação às estomias em crianças, que têm características distintas em comparação com adultos. Ela enfatizou a necessidade de avançar nessa área de atendimento.
A Ex-presidente da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica discutiu a invisibilidade das crianças traqueostomizadas, ressaltando a importância de políticas públicas adequadas. Agradeceu ao deputado Zacarias Kalil e à deputada Rosângela Moro pelo apoio. Destacou a falta de dados sobre o número de crianças traqueostomizadas e a carência de cuidados básicos, como troca de cânulas e orientação aos pais. Enfatizou que a traqueostomia não deve ser considerada uma condenação, mas sim um procedimento temporário, promovendo a necessidade de fluxos e protocolos para garantir a saúde dessas crianças. Apontou as dificuldades enfrentadas por famílias e a falta de assistência do SUS, além de mencionar a criação do Dia Nacional da Criança Traqueostomizada como um passo positivo, mas insuficiente em relação às demandas ainda pendentes.
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