COMISSÃO DE SAÚDE
Sobre o Evento
Audiência pública aborda invisibilidade de crianças traqueostomizadas no Brasil, destacando a falta de políticas públicas e recursos. Palestrantes ressaltam a necessidade de cuidados especializados, inclusão e apoio às famílias. Deputada Rosangela Moro enfatiza a importância de legislações e colaboração entre profissionais de saúde. Reunião encerra com promessas de ação e melhoria na assistência.
Ex-presidente - Academia Bras. de Otorrinolaringologia Pediátrica
A Ex-presidente da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica discutiu a invisibilidade das crianças traqueostomizadas, ressaltando a importância de políticas públicas adequadas. Agradeceu ao deputado Zacarias Kalil e à deputada Rosângela Moro pelo apoio. Destacou a falta de dados sobre o número de crianças traqueostomizadas e a carência de cuidados básicos, como troca de cânulas e orientação aos pais. Enfatizou que a traqueostomia não deve ser considerada uma condenação, mas sim um procedimento temporário, promovendo a necessidade de fluxos e protocolos para garantir a saúde dessas crianças. Apontou as dificuldades enfrentadas por famílias e a falta de assistência do SUS, além de mencionar a criação do Dia Nacional da Criança Traqueostomizada como um passo positivo, mas insuficiente em relação às demandas ainda pendentes.




