
O Ministro discorreu sobre ocupações de terra, afirmando que não houve problemas significativos em vários estados. Mencionou o Zorteia como uma área adjuciada em processo. Abordou o aumento no preço dos ovos, relacionado a fatores climáticos e de mercado. Destacou a importância da titulação de terras e a contratação de novos servidores para o Incra, ressaltando conflitos agrários e a necessidade de diálogo para resolução. Agradeceu a colaboração de parlamentares e enfatizou o empenho do governo em resolver questões agrárias.
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar abordou a importância do pagamento dos precatórios pelo governo atual, destacando o compromisso em eliminar o déficit orçamentário até o final de 2024. Ele anunciou um decreto sobre cláusulas resolutivas, melhorias no crédito fundiário e uma revisão do programa para aumentar a agilidade. O Ministro também mencionou um grande programa de melhoria genética do gado e a importância da agregação de valor na produção de leite. Além disso, discutiu as medidas de apoio para agricultores do Rio Grande do Sul devido a enchentes e a necessidade de resiliência climática. Ele ressaltou o desejo de aumentar a produção agrícola do Brasil e se prontificou a intermediar reuniões para atender questões dos agricultores.
O Ministro abordou questões levantadas pela deputada Carol de Tony, mencionando que o TCU arquivou o processo e reconheceu os indícios apontados.
O Ministro abordou a importância da reforma agrária e da agricultura familiar, destacando a produção em Santa Catarina como exemplo. Enfatizou a necessidade de políticas públicas para os mais vulneráveis e criticou afirmativas sobre irregularidades no Incra. Defendeu a seriedade do Incra e a seleção criteriosa de assentados. Apresentou resultados econômicos positivos do governo, como geração de empregos e redução da fome. Mencionou a revisão do PROAGRO e a importância de estoques reguladores. Detalhou quatro pilares de programas para a agricultura familiar, reforçando o retorno do MDA e a valorização de todos os produtores.
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar afirmou que continuará recebendo diversas organizações do campo, incluindo a Contag, respeitando sua história de 60 anos. Ele destacou que as demandas públicas e políticas são seu foco e que aguardará apurações sobre um escândalo relacionado ao INSS, mencionando a origem desse problema no governo anterior.
O Ministro mencionou 15 mil títulos de concessão de uso, sendo 3.042 para privados e 12.220 para assentamentos. Informações adicionais podem ser encontradas no INCRA e são dados públicos. Ele se comprometeu a averiguar e manter as portas abertas para diálogo.
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar abordou o apoio aos agricultores afetados por enchentes e a importância de sistemas de ressarcimento como seguro agrícola e adiamento de dívidas. Destacou que o perdão total das dívidas poderia comprometer o Plano Safra. Enfatizou a necessidade de mediar conflitos no campo e a continuidade da reforma agrária, assegurando assistência técnica e acesso a mercados para todos os assentados. Mencionou parcerias com universidades para suporte aos assentamentos e a proposta de um sistema de assistência técnica rural. A necessidade de integrar a produção agrícola e continuar a reforma agrária foi reiterada como fundamental para atender à demanda por terra no Brasil.
O Ministro agradece aos parlamentares e aborda a questão dos preços de alimentos, destacando a necessidade de aumento da produção e remuneração justa para agricultores. Enfatiza que o Brasil terá uma safra recorde de 327 milhões de toneladas de grãos. Menciona a importância de eliminar impostos estaduais sobre a cesta básica para reduzir preços e elogia a entrega do déficit zero pelo governo. Aborda programas de perdão de dívidas para agricultores afetados por enchentes no Rio Grande do Sul, destacando investimentos significativos para assisti-los.
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar destacou denúncias de irregularidades e a atuação da CGU na investigação. Reforçou que o governo não tolera corrupção, mencionando ações como o afastamento do presidente do INSS e diretores, enfatizando a função da Polícia Federal em combater ilícitos.
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar abordou a inflação de alimentos, destacando fatores como câmbio, clima, guerra e aumento de consumo. Ele enfatizou a necessidade de equilibrar preços para consumidores e produtores e mencionou a importância de atender às demandas dos trabalhadores e agricultores. Reforçou o sucesso da reforma agrária, citando exemplos do Espírito Santo e Rondônia, e a necessidade de incluir quilombolas nos programas agrários. Repudiou acusações contra agentes do INCRA e defendeu a legalidade de suas ações. Por fim, comentou sobre um escândalo do INSS ligado ao governo anterior e ressaltou que as medidas corretivas foram iniciadas sob a atual administração.
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar abordou a regularização fundiária, destacando acordos com o INCRA para cumprir decisões judiciais e realizando titulações. Ele mencionou números de titulação e regularização, além do projeto de assentamento Uena, esclarecendo questões judiciais e a necessidade de acordo entre o estado e o INCRA sobre terras devolutas. O ministro reafirmou o compromisso com a regularização como prioridade, resultado de diálogos com parlamentares.
O Ministro abordou a situação em Itanhaga, onde 1.149 famílias estão sendo atendidas, com projetos de titulação e regularização de terras. Ele destacou a necessidade de cumprir determinações judiciais para retirar aqueles que ocuparam terras fraudulentamente. Também mencionou disputas judiciais em Mato Grosso para recuperar áreas destinadas à reforma agrária ocupadas ilegalmente. Enfatizou a importância de programas para a população local e a atuação do INCRA sob supervisão do Ministério Público Federal. O trabalho é voltado para garantir direitos à reforma agrária e combater a ocupação irregular.
O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar destacou a importância de aumentar o orçamento para o INCRA, sugerindo que a captura de recursos por emendas obrigatórias prejudica políticas públicas. Ele defendeu que, para fortalecer o INCRA, é necessário priorizar investimentos em políticas públicas em vez de distribuir recursos entre parlamentares, evitando assim a elevação de impostos.
O Ministro destacou a comparação da vida dos Yanomami entre os governos, evidenciando desnutrição e contaminação durante a gestão anterior. Ele mencionou a retomada da dignidade dos indígenas e abordou a inflação de alimentos, atribuindo fatores como câmbio e medidas fiscais. Apesar da deflação em itens como arroz e feijão, alertou para a competição internacional em relação à carne. O governo monitora os preços semanalmente e há uma previsão de queda na inflação. O financiamento agrícola no norte do país aumentou, com ênfase na descentralização de recursos.
O ministro destacou a importância da reforma agrária para o desenvolvimento do Brasil, citando exemplos de comunidades que prosperaram devido a programas de reforma agrária. Ele defendeu a continuidade dessas iniciativas, enfatizando que o governo está respeitando a Constituição e a propriedade privada. O ministro mencionou que o programa é necessário para apoiar as famílias em vulnerabilidade e que a paz no campo está melhorando. Ele também negou críticas sobre apoio financeiro a organizações específicas e reafirmou seu compromisso com a reforma agrária, defendendo a necessidade de mais recursos para enfrentar os desafios sociais e da produção de alimentos no país.
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