
O Representante da Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais (ADERE-MG) propõe uma força-tarefa ministerial para combater a vulnerabilidade social que gera o trabalho escravo, defendendo o investimento em economia local e profissionalização. Defende o fortalecimento sindical, a revogação de restrições ao dissídio coletivo, o rigor punitivo do judiciário contra exploradores e a criminalização efetiva da prática, denunciando a conivência de empresas multinacionais e a insuficiência das indenizações atuais.
O Representante da Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais (ADERE-MG) denunciou a exploração sistemática de trabalhadores rurais no setor cafeeiro, caracterizando o trabalho escravo como um crime grave e frequente, ainda que subnotificado. Apontou a responsabilidade de grandes corporações e a ineficácia das certificações de sustentabilidade. Por fim, defendeu a regulação da expropriação de terras de infratores, a punição rigorosa dos responsáveis, a reforma agrária e investimentos em políticas públicas para evitar o aliciamento de populações vulneráveis.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.