
A Procuradora do Trabalho do Ministério Público do Trabalho destaca que a terceirização e o uso de fraudes jurídicas para mascarar relações laborais são os principais desafios no combate ao trabalho escravo, defendendo a responsabilização efetiva de toda a cadeia produtiva e a adoção de medidas preventivas.
A Procuradora do Trabalho do Ministério Público do Trabalho destaca que, apesar da abolição formal, o racismo estrutural e a falta de políticas públicas mantêm o trabalho escravo no Brasil. Aponta o paradoxo da cafeicultura, que lidera exportações e receitas, mas mantém altos índices de exploração laboral, ressaltando a urgência de responsabilizar toda a cadeia produtiva e defender o conceito jurídico de trabalho escravo contra tentativas de flexibilização.
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