
A Ministra do Planejamento e Orçamento articula investimentos de Itaipu em infraestrutura binacional, priorizando pontes e alfândegas, com foco futuro em ferrovias.
A Ministra do Planejamento e Orçamento sugere reavaliar a modelagem e o traçado de uma ferrovia para viabilizar investimentos, propondo diálogo entre estados e especialistas para superar entraves técnicos e ambientais.
A Ministra do Planejamento e Orçamento destacou o desenvolvimento da "Estratégia Brasil 2050", enfatizando a necessidade de segurança jurídica e institucional para atrair investimentos estrangeiros essenciais ao desenvolvimento nacional.
A Ministra do Planejamento e Orçamento defende a integração logística e econômica da Amazônia, enfatizando o papel da política na realização de projetos estruturantes e a necessidade de qualificar o gasto público para viabilizar investimentos com responsabilidade fiscal.
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A Ministra do Planejamento e Orçamento destacou a importância de políticas de Estado acima de divergências ideológicas, ressaltando o pagamento de dívidas externas e o papel estratégico do multilateralismo e das rotas bioceânicas para o desenvolvimento nacional. Defendeu a união em torno do planejamento de longo prazo e a colaboração entre poderes para viabilizar investimentos em infraestrutura e integração regional.
A Ministra do Planejamento e Orçamento defende a integração sul-americana como um projeto de Estado focado no desenvolvimento regional, na cidadania e na erradicação da miséria, destacando a importância da governança estratégica e da cooperação pragmática entre países vizinhos.
A Ministra do Planejamento e Orçamento priorizou o debate sobre o planejamento estratégico e as rotas de integração regional, reforçando o compromisso com o desenvolvimento nacional e a infraestrutura, ao passo que limitou as discussões orçamentárias devido à extensa pauta parlamentar.
A Ministra do Planejamento e Orçamento defendeu o rigor fiscal, destacou a importância da qualidade dos gastos públicos e ressaltou que a responsabilidade pelo equilíbrio orçamentário é compartilhada entre o Executivo e o Legislativo. Além disso, abordou a necessidade de planejamento para 2027, o papel das emendas parlamentares e a gestão dos investimentos em educação.
A Ministra do Planejamento e Orçamento destacou a quitação de dívidas com organismos internacionais, permitindo o acesso a recursos para projetos de infraestrutura e integração regional, como as rotas do PAC, visando o desenvolvimento econômico, a geração de emprego e a redução das desigualdades nas fronteiras. Ressaltou a necessidade de equilibrar investimento público e privado, além de discutir soluções para o financiamento estudantil na área da saúde.
A Ministra do Planejamento e Orçamento assegurou o acompanhamento de obras viárias, reforçou a natureza flexível do projeto ferroviário e propôs alternativas logísticas, como voos de carga, para integrar mercados regionais e fortalecer cooperações internacionais, destacando o alto interesse de bancos de fomento em projetos de infraestrutura.
A Ministra do Planejamento e Orçamento esclareceu que o acordo com a China para estudos ferroviários possui custo zero ao governo, não vincula o Brasil à "Rota da Seda" e não garante exclusividade ou endividamento futuro, focando apenas na cooperação técnica para atrair investimentos necessários ao desenvolvimento logístico.
A Ministra do Planejamento e Orçamento reconheceu estar equivocada ao duvidar, no passado, da viabilidade da Rota Bioceânica, projeto que agora considera fundamental para o desenvolvimento do Brasil.
A Ministra do Planejamento e Orçamento defendeu a importância de um planejamento estratégico de longo prazo para o Brasil, além de ações emergenciais. Apresentou o projeto de cinco rotas de integração sul-americana, visando conectar o país aos mercados vizinhos e à Ásia, otimizando a logística de exportação sem sobrecarregar o orçamento público. Destacou a integração com o PPA, a Estratégia Brasil 2050 e a colaboração entre diversos setores e estados para o desenvolvimento regional.
Ministra do Planejamento e Orçamento agradeceu organização do débate, expressou preocupações financeiras, apelou por emendas condicionadas, concordou com posicionamento da Câmara, focou em responsabilidade fiscal e social, mencionou reforma administrativa e pediu tempo na LDO.
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