
Participante se opõe à transição energética atual, exige consulta à OIT, comunidades afetadas e autoridades de pesca artesanal antes da aprovação da lei de urgência, e reconhecimento de racismo ambiental como crime. Denuncia falta de consideração ecológica do mar e modos de vida diversos, bem como a pressa na aprovação da lei que negligencia o respeito à vida e ao meio ambiente.
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