
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde defende a territorialidade e o cuidado coletivo no SUS, incentivando a participação social na construção de políticas públicas.
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde defende a qualificação profissional desde a graduação, o fortalecimento da Medicina de Família, a otimização dos fluxos de atendimento para evitar filas e o aprimoramento da comunicação entre a atenção primária e a especializada.
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde defende a qualificação multiprofissional e a educação em saúde no território. Destaca o papel essencial dos agentes comunitários, o autocuidado, o apoio das políticas nacionais e a importância do controle social e da articulação com a sociedade civil para fortalecer a adesão ao tratamento e a prevenção de complicações.
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde ressalta que as doenças crônicas não transmissíveis representam a maior parte da carga de doenças no Brasil. Defende o fortalecimento da Atenção Primária, via Estratégia Saúde da Família, como porta de entrada, coordenadora do cuidado longitudinal e integradora da rede, com foco em equidade, financiamento por qualidade, educação em saúde e monitoramento de indicadores para otimizar a assistência e reduzir internações.
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