
O Participante destacou a mudança de postura da categoria, que passou a defender a regulamentação e pontos de apoio, rejeitando a ideia de empreendedorismo e reafirmando a condição de trabalhadores explorados pelas plataformas.
O Participante defende a regulamentação urgente do trabalho por aplicativos, destacando o aumento de acidentes, a precariedade, o assédio sofrido pelos entregadores e a necessidade de políticas públicas que priorizem a dignidade, a capacitação e a saúde mental da categoria.
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