
O Procurador do Trabalho no Rio de Janeiro e professor da UFRJ critica a precarização do trabalho por plataformas, classificando as novas propostas regulatórias como retrocessos que criam cidadãos de segunda categoria. Defende a aplicação dos direitos constitucionais existentes, o fortalecimento dos sindicatos e a classificação desses profissionais como empregados ou trabalhadores sob formas legais já consolidadas, rejeitando a ideia de "empreendedorismo" como estratégia para negar proteção trabalhista.
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