
A Pesquisadora - Universidade de Brasília aponta que o trabalho via plataformas de entrega, sob regime de remuneração por produção, impõe jornadas exaustivas, precariedade financeira, vigilância algorítmica e subcontratação, resultando em adoecimento físico e mental. Destaca a ilusão de autonomia, a ausência de infraestrutura básica e a insuficiência das coberturas securitárias oferecidas pelas empresas frente às lesões laborais.
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