
A Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos defende a reforma obstétrica e a desospitalização do parto, conforme a RDC 36/2008, e apela por maior fiscalização parlamentar sobre políticas públicas de saúde para evitar medidas ineficazes que prejudicam gestantes vulneráveis.
A Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direito Reprodutivo defende a urgência de uma reforma obstétrica no Brasil para combater as altas taxas de mortalidade materna e infantil, exigindo que o Poder Legislativo fiscalize o Ministério da Saúde e promova a mudança do atual modelo de assistência, com destaque para a atuação das enfermeiras obstétricas.
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