
O GOVERNADOR DO ESTADO DE GOIÁS criticou a proposta de reforma constitucional, alegando que ela enfraquece a autonomia dos estados, centraliza poderes em Brasília e prejudica a eficácia das políticas locais de segurança pública. Defendeu a soberania dos entes federados e o combate rigoroso ao crime organizado.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE GOIÁS defende a soberania nacional contra o domínio de facções criminosas e critica a PEC por considerar que ela fere o pacto federativo e a autoridade dos governadores sobre a segurança pública.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE GOIÁS defende a autonomia dos estados no combate ao crime e critica a ineficiência do governo federal em temas de sua responsabilidade, como fronteiras, tráfico de armas e drogas. Afirma que a PEC em discussão viola o pacto federativo e representa um retrocesso, acusando a gestão federal de negligência e complacência com organizações criminosas.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE GOIÁS critica a PEC da Segurança Pública, classificando-a como uma afronta à autonomia estadual e à Constituição. Ele denuncia o avanço do crime organizado e a perda de soberania nacional, defendendo que a União falha no controle de fronteiras enquanto tenta centralizar o poder, ignorando a eficácia das polícias estaduais.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE GOIÁS critica a PEC da Segurança por concentrar poder na União, enfraquecer a autonomia estadual e não combater o crime organizado, destacando a desproporção entre o investimento estadual e o apoio federal.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE GOIÁS critica a PEC da Segurança Pública por concentrar poder na União e desrespeitar a autonomia dos estados. Argumenta que a integração é necessária, mas que a proposta prejudica a eficiência das polícias estaduais e enfraquece o combate às facções criminosas ao criar normas federais genéricas. Defende a manutenção das prerrogativas estaduais como fator determinante para a redução da criminalidade em Goiás.
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