
O Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) defende a necessidade de maior progressividade no Imposto de Renda brasileiro, apontando a disparidade tributária entre salários médios e altas rendas. O especialista sugere a taxação de dividendos como um passo inicial tímido, acompanhado de uma futura reforma no imposto de pessoa jurídica, sem vislumbrar impactos negativos aos investimentos estrangeiros.
O Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA defende a correção da regressividade do Imposto de Renda no Brasil, que é baixa para os mais ricos devido à isenção de dividendos e outros rendimentos. Propõe a implementação de um imposto de renda mínimo de 14% para rendas elevadas, a tributação definitiva de dividendos ou a criação de um Imposto sobre Grandes Fortunas, além de sugerir medidas para evitar a evasão fiscal, como o imposto de saída, e a revisão de deduções e isenções que privilegiam a parcela mais abastada da população.
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