
O Secretário de Política Agrícola da CONTAG reconhece avanços recentes no PROAG, como o reingresso de agricultores ao crédito e ajustes nas janelas de plantio, mas critica o peso excessivo das novas regras de sinistralidade, que penalizam financeiramente o produtor e podem inviabilizar o financiamento e a proteção da atividade agrícola diante dos crescentes riscos climáticos.
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