
O Chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do PROAGRO - Banco Central do Brasil defende a modernização do Proagro, propondo sua gestão unificada com outras ferramentas de mitigação de risco e a transição gradual do subsídio aos juros para o subsídio aos seguros, ressaltando que renegociações obrigatórias de crédito exigem recursos públicos específicos, pois o capital bancário pertence aos depositantes.
O Chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do PROAGRO - Banco Central do Brasil simplificou as regras de acesso ao crédito, priorizando a agricultura familiar e a otimização dos recursos disponíveis.
O Chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do PROAGRO - Banco Central do Brasil defende a sustentabilidade do Proagro diante de seu crescimento, esclarece as novas regras de elegibilidade e sugere que o Garantia de Renda Mínima (GRM) seja desvinculado do programa e gerido como uma política pública de auxílio direto.
O Chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do PROAGRO - Banco Central do Brasil defendeu a modernização do programa com foco em tecnificação, geolocalização e equilíbrio orçamentário. Ressaltou que as novas regras visam combater abusos, mitigar riscos e priorizar a agricultura familiar, utilizando ferramentas tecnológicas para individualizar enquadramentos e garantir a sustentabilidade do recurso público diante de restrições fiscais.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.