
O caminhoneiro critica a ineficiência logística e a fiscalização excessiva, que impõem esperas prolongadas e multas abusivas. Defende a revisão das leis de descanso, apontando que a falta de infraestrutura e a rigidez da jornada atual inviabilizam o trabalho, reduzem a renda e afastam os motoristas de suas famílias.
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