
O Diretor-Executivo - Associação dos Transportadores de Cargas de Mato Grosso criticou a inviabilidade prática da legislação sobre a jornada de trabalho dos caminhoneiros e o impacto negativo das decisões judiciais. Destacou a falta de infraestrutura nos terminais, a necessidade de unificar regras para autônomos e celetistas, e defendeu um novo marco legal que garanta produtividade e dignidade aos profissionais.
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