
A Juíza - Corregedoria Nacional de Justiça - CNJ e Secretária-Geral do FONAREF/CNJ defende que o direito brasileiro de insolvência prioriza a função social e a preservação da empresa. Critica o Projeto de Lei 3/2024 por gerar insegurança jurídica e contrariar princípios de eficiência e celeridade, defendendo maior cautela e debates aprofundados em futuras alterações legislativas.
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