
O Representante da ONG Autistas Brasil defende o protagonismo e a autorrepresentação das pessoas autistas, destacando que a narrativa médica e familiar, embora importante, deve ser complementada pela experiência autista. O discurso enfatiza a importância do Dia do Orgulho Autista como um contraponto necessário, critica o perigo da "história única" e apresenta contribuições científicas — como a compreensão de acessibilidade e a natureza das crises — fundamentadas em narrativas de quem vive o autismo.
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