
A Psicóloga, representante do Movimento Orgulho Autista Brasil (MOAB), destaca as duas décadas de atuação do movimento, a importância do diagnóstico precoce e tardio, a necessidade de capacitação ética de terapeutas e a urgência na aplicação efetiva de políticas públicas e leis que garantam direitos, acolhimento e dignidade às pessoas autistas.
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