
O Subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional defende que o controle fiscal deve focar em despesas e superávit, dada a influência externa sobre a dívida. Além disso, pondera sobre o custo elevado das metas de educação e avalia que parcerias público-privadas podem aumentar a eficiência na gestão educacional, desde que bem estruturadas.
O Subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional detalhou o início de estudos para destravar investimentos em infraestrutura educacional, conciliando a meta de ampliação de gastos com a restrição fiscal, mediante o uso de PPPs, fundos de estruturação e programas de auxílio financeiro aos estados.
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