
A Drª em Filosofia Africana e Coordenadora Geral do Laboratório Geru Maã de Africologia e Estudos Ameríndios na UFRJ defende a arte e a cultura como ferramentas essenciais de resistência, sobrevivência e conscientização política para o povo negro, combatendo a criminalização dos seus corpos e promovendo a transformação social através das filosofias africanas.
A Drª em Filosofia Africana e Coordenadora Geral do Laboratório Geru Maã de Africologia e Estudos Ameríndios na UFRJ argumenta que a criminalização da cultura periférica é uma face do racismo estrutural que visa desumanizar corpos negros e indígenas. Ela defende que a arte da favela é um sistema imunológico e intelectual, essencial para a resistência e sobrevivência de um povo diante de um Estado brasileiro genocida.
Quando eu parei, gente? Eu nem lembro mais. Não, foi só um pouquinho. Tá dando pra comp...
O que é assunto? Minerou? Minerou?
A Drª em Filosofia Africana e Coordenadora Geral do Laboratório Geru Maã de Africologia e Estudos Ameríndios na UFRJ denuncia a histórica criminalização das expressões culturais pretas e periféricas, destacando o rap como ferramenta de salvaguarda frente a uma estrutura social que perpetua o extermínio e a invisibilização da potência transformadora da população negra.
A Drª em Filosofia Africana e Coordenadora Geral do Laboratório Geru Maã de Africologia e Estudos Ameríndios na UFRJ agradeceu o convite e expressou honra por discutir um tema relevante.
Sua presença. Estamos ouvindo? Estamos te ouvindo bem.
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