
A parlamentar reafirma sua resistência política como vereadora negra, travesti e quilombola, destacando que sua atuação é fruto dos movimentos sociais e voltada à ocupação dos espaços de poder contra a criminalização de sua existência.
Ela denuncia que projetos em tramitação na Casa incentivam o extermínio da juventude negra e a criminalização de pessoas LGBT, citando o assassinato de Fernando Vilaça como exemplo.
Defende a resistência cultural periférica e dissidente contra a marginalização, criticando o uso de pânico moral e projetos de lei como cortina de fumaça para a manutenção de privilégios e do poder institucional.
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