
A Coordenadora da Mulher Trabalhadora - FASUBRA aponta que o adoecimento mental feminino no ambiente laboral decorre da sobrecarga das múltiplas jornadas, defendendo o uso de instrumentos legais para exigir condições de trabalho dignas e combater a precarização.
A Coordenadora da Mulher Trabalhadora - Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA) denuncia a desigualdade de gênero na ocupação de cargos de gestão, a sobrecarga mental feminina e a necessidade de políticas públicas estruturadas, como a regulação por editais internos, a proibição de cargos de chefia para assediadores e a ampliação de direitos como jornada flexível e creches, visando combater o adoecimento laboral e promover a equidade.
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