
O Jornalista denuncia o uso do TSE para perseguição política e censura, citando o monitoramento de dados de cidadãos por opiniões em redes sociais e o uso indevido do banco de dados biométricos. Aponta o judiciário como um sistema antidemocrático que rotula críticas como terrorismo para justificar prisões, invalidando o suposto combate à desinformação como uma estratégia autoritária.
O Jornalista denunciou irregularidades em grupo de WhatsApp mantido por auxiliares do ministro Alexandre de Moraes, apontando o uso de certidões baseadas em redes sociais para manter prisões preventivas de forma arbitrária e politizada após o 8 de janeiro.
Jornalista interrompe presidente para solicitar um esclarecimento.
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