
A coordenadora do GT PCD do IBGE defende o fortalecimento orçamentário dos órgãos produtores de dados e a reorientação das estatísticas para as necessidades, e não apenas diagnósticos, da população PCD. Destaca a carência de acessibilidade escolar, a necessidade de atualizar legislações (como a lei de cotas) com base nos novos percentuais populacionais e a validade estatística das pesquisas amostrais.
A coordenadora do GT PCD do IBGE apresentou dados sobre o nível de instrução de pessoas com autismo acima de 25 anos, destacando desigualdades educacionais acumuladas e menores taxas de conclusão escolar em comparação à população geral.
A coordenadora do GT PCD - IBGE apresentou dados do Censo 2022 sobre autismo, revelando 2,4 milhões de diagnosticados no Brasil (1,1% da população). Destacou a maior prevalência na infância (5 a 9 anos) e entre homens, além de apontar menores taxas de frequência escolar para esse público, com defasagem acentuada no ensino médio.
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