
Diretora de Migrações no Ministério da Justiça valoriza nacionalidade como diversificadora cultural, mas alerta sobre exclusão e opressão prática. Menciona criação de grupo de trabalho para primeira política migratória no Brasil, foco em crianças e adolescentes, e rede de cidades hospitaleiras para melhorar situação de migrantes. Acesso a saúde e educação difícil para imigrantes e filhos.
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