
O Coordenador Geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro critica a judicialização e a declaração de ilegalidade das greves da categoria, apontando a contradição de considerar a educação essencial apenas para impedir paralisações, enquanto ignora a precariedade das condições de trabalho, a insegurança nas escolas e a necessidade de valorização profissional.
O Coordenador Geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro denunciou a perseguição política a docentes pelo governo estadual e criticou a implementação da "minutagem" na rede municipal. Argumentou que a medida aumenta a carga de trabalho sem remuneração proporcional, viola a lei do piso e jurisprudência do STJ ao reduzir o tempo de planejamento, além de agravar o adoecimento dos profissionais.
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