
O Coordenador do programa de mobilidade urbana defende que o transporte coletivo seja tratado como um direito constitucional, superando o modelo histórico ineficiente e a dependência excessiva da tarifa. Ele apoia o Marco Legal do Transporte Coletivo por promover integração, melhorar a governança, desvincular a remuneração das empresas do número de passageiros e priorizar a qualidade do serviço. Ressalta a importância da participação popular e alerta para a necessidade de ajustes em pontos retirados durante a tramitação no Senado, visando maior segurança jurídica para modelos de gestão inovadores nas cidades.
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