
A Coordenadora Geral de Estrutura Produtiva e Sustentabilidade do Ministério da Fazenda destaca o protagonismo do órgão na agenda climática e ambiental, focando na transformação para uma economia de baixo carbono, bioeconomia e justiça social. Ressalta o uso de inovação financeira, como títulos sustentáveis e incentivos ao investimento privado, além da importância de salvaguardas sociais, regulamentações, transição energética e diálogo contínuo com a sociedade civil na construção das políticas públicas.
A Coordenadora Geral de Estrutura Produtiva e Sustentabilidade do Ministério da Fazenda defendeu o Plano de Transformação Ecológica como estratégia para integrar justiça social, climática e racial. Destacou a Taxonomia Sustentável, que estabelece critérios contra o *greenwashing* e o racismo ambiental, e o Plano Nacional de Bioeconomia, focado na valorização de saberes tradicionais e populações vulneráveis para promover um desenvolvimento econômico inclusivo e descarbonizado.
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