
A Coordenadora-Geral de Convivência Familiar, Comunitária e Primeira Infância defendeu a necessidade de políticas públicas que reconheçam a diversidade das infâncias e dos arranjos familiares no Brasil. Ressaltou que o cuidado deve ser uma responsabilidade compartilhada entre famílias, Estado e sociedade, superando desigualdades de gênero. Apresentou iniciativas do governo federal, como a Política Nacional Integrada da Primeira Infância, o fortalecimento de conselhos tutelares, a revisão do plano de convivência familiar e o incentivo ao acolhimento familiar, enfatizando o compromisso com a proteção integral e a equidade social.
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