
O Diretor jurídico - Associação Nacional de Jogos e Loterias defende a proteção de menores através de tecnologia de reconhecimento facial e propõe a adoção de sistemas preventivos de inteligência artificial contra o vício, inspirando-se em modelos internacionais de jogo responsável.
O Diretor jurídico - Associação Nacional de Jogos e Loterias defende a criação de políticas públicas baseadas em dados científicos para combater o jogo patológico, priorizando a canalização do mercado ilegal para o regulado, o aprimoramento da fiscalização de afiliados e influenciadores, e a melhoria dos mecanismos de denúncia sobre manipulação de resultados.
O Diretor jurídico - Associação Nacional de Jogos e Loterias aponta que o mercado ilegal domina até 70% do setor e destaca que o rigoroso direito do consumidor brasileiro torna o mercado regulado financeiramente custoso, situando a maioria dos ludopatas e menores de idade no ambiente ilícito.
O Diretor jurídico - Associação Nacional de Jogos e Loterias afirma que o mercado regulado busca evitar o jogo patológico, enquanto plataformas ilegais utilizam o vício como meio para aplicar fraudes e estelionatos.
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