
O REPRESENTANTE DO OBSERVATÓRIO UNB defende a urgência da tipificação do desaparecimento forçado no Brasil, ressaltando que o Estado é frequentemente cúmplice ou omisso. O observatório monitora o fenômeno nacionalmente, evidenciando que essa violência, que atinge desproporcionalmente populações vulneráveis, periferias e indígenas, constitui uma grave violação dos direitos humanos com continuidade histórica desde a ditadura.
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