
O Representante dos Adimplentes do FIES criticou a desigualdade de tratamento, apontando que os descontos de 12% concedidos aos adimplentes são insuficientes frente aos benefícios de até 99% oferecidos aos inadimplentes. Argumentou que essa disparidade gera desestímulo ao pagamento, problemas financeiros e inadimplência proposital, defendendo a aprovação de projetos de lei que equiparem os benefícios de renegociação para todos os estudantes.
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