
A Pesquisadora defende que o combate ao racismo é responsabilidade do poder público, destacando a necessidade de compromisso parlamentar e partidário com a diversidade, a adoção de políticas de reparação e a implementação de mecanismos institucionais eficazes no Congresso.
A Pesquisadora expôs que a permanência de assessores negros no Congresso é fragilizada por racismo, machismo, etarismo e ausência de políticas institucionais de diversidade. Relatos indicam sobrecarga, necessidade de modulação estética como sobrevivência, vigilância constante e carência de redes de apoio e canais de denúncia eficazes.
A pesquisadora apresentou um estudo qualitativo sobre as trajetórias, desafios, racismo e barreiras à permanência de assessores negros no Congresso Nacional.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.