
A Farmacêutica apresentou a Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN) como doença ultra-rara e grave, detalhando sua fisiopatologia, diagnóstico e a evolução dos tratamentos, com destaque para a superioridade posológica e a eficiência econômica do Ravulizumab frente ao Eculizumab no SUS.
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