
A Participante defende arranjos sociais que unam capacitação comunitária em autoconstrução e economia circular à responsabilidade do poder público na manutenção contínua de projetos urbanos.
A Participante defende as OSCIPs como agentes ágeis para executar projetos em comunidades, destacando a necessidade de amadurecimento institucional, preparo técnico e uma mudança cultural na gestão pública brasileira para viabilizar essa parceria.
A Participante defende a integração de políticas urbanas e orçamentárias por meio de indicadores, planejamento estratégico e etiquetas de monitoramento para garantir eficiência e desenvolvimento territorial.
A Participante defende a integração e cooperação entre esferas governamentais, utilizando o planejamento baseado em dados e o modelo de governança do programa Cidades Verdes e Resilientes para fortalecer a gestão municipal.
A participante, arquiteta e gestora de planejamento urbano, destaca a importância de integrar soluções baseadas na natureza ao desenvolvimento das cidades para garantir resiliência.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.