
O Participante aponta que a burocracia excessiva e a falta de regularização documental das associações dificultam a implementação de requisitos de sustentabilidade em licitações de obras públicas.
O Participante defende a regularização fundiária como ferramenta de dignidade social, aplicando compensações urbanísticas de áreas nobres para subsidiar infraestrutura em zonas vulneráveis, enquanto enfrenta desafios orçamentários, dívidas judiciais e preconceitos sobre a ocupação do solo.
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