
A Pesquisadora dos Impactos Sociais da Inteligência Artificial defende que a ANPD atue como autoridade reguladora setorial, dada a complexidade das funções de governança. Propõe que o CIA foque em harmonização e boas práticas, enquanto ministérios assumam a fiscalização de setores não regulados, garantindo que a legislação seja efetiva e não apenas principiológica.
A Pesquisadora dos Impactos Sociais da Inteligência Artificial defende uma regulamentação flexível, focada no protagonismo das agências setoriais e ministérios na fiscalização. Destaca a necessidade de revisar terminologias obsoletas do projeto de lei, propõe a descentralização da autoridade competente e alerta para a urgência de bases comuns no debate sobre direitos autorais e preservação da cultura nacional.
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